Marta estava deitada de barriga na cama e olhava para os pequenos feixes de luz lunar que penetravam o quarto do amigo. Olhou de relance para o espelho ao lado da cama e analisou seu corpo nu… Não gostava particularmente dele, mas naquele ângulo até era bonito! Rebolou pela cama ate ficar deitada de costas e com a cabeça inclinada na beira da cama enquanto soltava lofadas de fumo mais daquele cigarro que lhe sabia tão bem. Era mesmo verdade, um cigarrito depois de uma queca era um prazer.
Ouviu a porta da casa de banho fechar, ele vinha ai… encolheu a barriga e fez da sua pose, uma sexy, tentando parecer que já estava assim. O amigo, e só à pouco tempo, amante também, entrou pela porta, olhou para ela e sorriu, baixando a cabeça timidamente. Ela sentou-se, juntou as suas pernas nuas, apagou o cigarro e disse:
- Rui, posso te pedir uma coisa?
Rui soltou uma risadinha, tirou a boxers que tinha posto para ir a WC e sentou-se no canto da cama:
- Sempre – responde.
- Se achares muito esquisito não quero que o faças. – diz Marta sinceramente.
- Atira.
- Dás-me beijos e lambidelas no pé? – diz lentamente Marta olhando para as unhas.
Rui achou aquele momento sexual e amorosamente engraçado, tinha vontade imensa de rir de tusa, perante tão incrível personalidade. Já a adorava nos 10 anos passados de amizade e agora conhecer a sua faceta de pessoa sexual mostrava ser mais outra aventura. Ele aproximou-se dela, deu-lhe um chocho na boca e outro no joelho. Afastou-se do corpo de marta, pegou naquele pé, massajou-o levemente e delineou a planta dele com a língua. Marta estava estendida na cama de olhos fechados e um sorrio tímido no rosto. Rui começou a chupar os dedos dela e ouviu a Marta gemer entre risitos de cócegas.
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